_Eu não sou exatamente o que você vê! - gritou o tomate, indignado.
_Não?! - questionou intrigada a folha, tão verde e tão viva. E continuou: _o que grita em você é justamente aquilo que você não é? Eu vejo um vermelho brilhante pulsando! Se não é você, não faz sentido!
_Para tudo pode se dar um sentido. O sentido é coerente com a posição em que está o observador. Portanto, para mim o que não faz sentido é o vermelho, que é essencialmente o que não sou!
(...)
_ Mostrando o que não é, você me obriga, me força a completar o que falta em você, que é o que, na verdade, para mim faz sentido.
(em construção)
_Não?! - questionou intrigada a folha, tão verde e tão viva. E continuou: _o que grita em você é justamente aquilo que você não é? Eu vejo um vermelho brilhante pulsando! Se não é você, não faz sentido!
_Para tudo pode se dar um sentido. O sentido é coerente com a posição em que está o observador. Portanto, para mim o que não faz sentido é o vermelho, que é essencialmente o que não sou!
(...)
_ Mostrando o que não é, você me obriga, me força a completar o que falta em você, que é o que, na verdade, para mim faz sentido.
(em construção)
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