sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A mulher do diabo - velhas virgens

Essa Música é muito divertida...meu Deus! No finalzinho o diabo escapa...hahaha.
Isso ae Paulão! Linda homenagem! Valeuuuuuuuuuuu!

O pior cego é aquele furou o olho tentando ver o que não existe... hohauhuauuahuauhuahuau!

:D :D :D




segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O universo me falou...

Nem precisei subir a montanha pra ouvir a voz de Deus
Agradeço intensamente por este momento tão especial em minha vida
:)

Deus disse: "não segue a raiva, segue teu coração"

E meu coração transborda amor...

Obrigada meu Deus pela paz desse momento.

:)

As coincidências, o acaso e a sincronicidade do universo

(em produção)

domingo, 23 de outubro de 2011

Valores... o tempo e nossos costumes

"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”


O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "

"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

E tem mais, estamos pagando pelas ditas sacolinhas de plástico!!!!
 
(autor desconhecido)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Comemoro

Feliz pelo que a vida traz
eu comemoro
Pois é tudo na medida exata
de Deus pra mim
(acredito nisso)

A aparência é a casca
talvez seja nossa proteção
pois o interior da alma,
está no cheiro, no gosto, na textura
na beleza de um amor
E o amor é lindo, imprevisível e
sempre
completamente surpreendente

Uma vez "desenhei" o amor
que trago aqui de volta
"amor, sempre uma surpresa
feito maçã com bicho (ririri)
mas da perspectiva do bicho
que nem imagina a existência de outro mundo
até ser "importunado" pela possibilidade
de se transformar!
(ué, palavras são o desenho do som!)

O amor que trago no meu peito
é um amor incondícional
pela vida

Por tudo eu agradeço 
a Deus e ao universo
pelas oportunidades de ser melhor a cada dia
pela coragem de acreditar
por amar e seguir em frente
Afinal a borboleta sabe o que é ser lagarta e pupa
de algum jeito sabe
e sabe, por sua inteligência natural
que tudo é vida e que ser feliz é viver o agora em flor
E, nós, diante de tantas oportunidades
diante de condição de sermos humanos
somos sempre borboleta saindo do casulo

Graças a Deus tudo é perfeito
tudo na medida exata de Deus pra cada um em sua essência
e reconheço que um sim ou um não da vida
é sempre uma oportunidade de crescer

Agradeço! Agradeço! Só agradeço!
Muito feliz, agradeço pelo que a vida me traz!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Considerações sobre quase morrer

Baseada em minha própria experiência, me pergunto
como é possível algo assim?
O que aconteceu não foi uma decisão
nem acato, nem desacato
Quanto mais tento entender, mais me perco

É possível controlar as batidas do coração?
Tanto quanto é possível apalpar o ar

Há quem diga que existe um controle
Haveria... como na teoria
como se fosse possível prever o futuro e voltar no tempo
ou um ato vonluntário procurando deixar de existir
procurando desesperadamente controlar-se