sábado, 25 de julho de 2009

Todos, mestres e aprendizes, aprendemos juntos (e melhor!) à medida que incorporamos o conceito de que o aprendizado é decorrente de um processo em que todas as partes tem participação ativa e determinante no devir de todos os envolvidos. Sabendo que as informações devem vir de múltiplas fontes, por diversos mediadores e facilitadores, descentralizadas de um "transmissor do conhecimento", as instituições de ensino precisam deixar de agir como transmissoras e detentoras do saber e assumirem-se como organizadores do conhecimento sistematizado. Essa mudança exigirá do estudante mais responsabilidade e organização, ao mesmo tempo em que proporcionará ao mesmo que desenvolva suas aptidões e mudanças comportamentais necessárias, pois este terá de arcar, a curto prazo, com as conseqüências de suas decisões e escolhas. Conforme as idéias desse novo processo de ensino-apredizagem forem ganhando espaço, cursos como a EaD com seus N facilitadores necessitarão atuar metodologicamente como mediadores, proporcionando não apenas os meios hábeis para a apropriação do conhecimento sistematizado, mas também priorizando aproximar o pensar do viver, não perdendo de vista, jamais, que o homem é um ser social e precisa conviver para viver.