Palavras nos olhos
Surdez absoluta (se eu pudesse)
Quase desfigurada
pela energia que corrrói a alma
brotando no silêncio
Nós, amarras, correntes
que por hora estão e ficarão
Como dinâmica da dor
racionalmente...
ainda respirando
Sem desculpas,
Sem mentiras,
Sem dormir
Sem acordar!
E as notas que restaram
solícitas, se envolvem
socorrendo e pedindo socorro
Tarde demais
Prestes a fechar um ciclo
e começar de novo
tudo de novo
sei lá quando
sei lá como
sei lá onde
até acabar
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
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